EB ANTÓNIO SÉRGIO
EB D. PEDRO IV
EB ESCULTOR FRANCISCO DOS SANTOS
EB PROFESSOR GALOPIM DE CARVALHO
ES MATIAS AIRES
ES SANTA MARIA
EB XUTARIA
segunda-feira, 27 de maio de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
"Química em festa!" - Formação módulo VII
Realizou-se no dia 13 de maio a última sessão de formação do projeto. Desta vez, voltámos à Química.
As obras que serviram de mote às experiências foram "Sua senhoria a fada" de Bruno Santos, com ilustração de Júlio Vanzeler e "Óscar e a senhora cor-de-rosa" de Eric-Emmanuel Schmitt. O primeiro, uma história cheia de humor, destina-se ao público do 1º e 2º ciclo; o segundo, em princípio para os mais velhos, aborda de uma forma simples, muito bonita e até esperançosa o maior de todos os nossos problemas.

Seguiu-se uma verdadeira festa com ovos inteiros e crus, mas sem casca, com ambientadores e águas de colónia, candeeiros de lava, chá e bolos feitos em canecas no microondas. Escusado será dizer que terminou tudo em lanche!
Apesar de se tratar do último módulo, este não foi o último encontro. Há mais em preparação...

Seguiu-se uma verdadeira festa com ovos inteiros e crus, mas sem casca, com ambientadores e águas de colónia, candeeiros de lava, chá e bolos feitos em canecas no microondas. Escusado será dizer que terminou tudo em lanche!
Apesar de se tratar do último módulo, este não foi o último encontro. Há mais em preparação...
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Escola Secundária Leal da Câmara
No dia 9 de Abril de 2013, tive a oportunidade de participar numa atividade designada “Newton Gostava De Ler”. Esta tarefa foi realizada na escola básica Padre Alberto Neto, situada em Rio de Mouro.
Para começar, devo admitir que adorei o propósito deste
projeto. O seu programa tem como finalidade conjugar dois elementos de aparente
contraste e que se julgavam quase impossíveis de enquadrar um no outro, neste
caso, a leitura e a ciência. Quando me deram a conhecer tal atividade, esta
despertou a minha total atenção, pois eu nunca havia ouvido falar na
interligação destes dois tipos de conhecimento. Assim, alinhei e dirigi-me para
a escola acompanhada da professora bibliotecária, a professora Liliana
Silva.
Durante a sessão de leitura, a turma do 9º ano à qual
recitei os dois excertos do livro As mais belas coisas do mundo, de Valter Hugo Mãe, revelou-se bastante calma e
atenta, o que possibilitou que os meus nervos se desvanecessem naquele silêncio inquietante. Esta
experiência, enquanto leitora, permitiu-me perceber que tenho capacidade de
captar a atenção de um público desconhecido, o que foi muito gratificante para
mim, visto que sou inexperiente nesta “matéria”.
Depois, tive
a possibilidade de assistir a inúmeras experiências que me relembraram os
tempos do básico que vivenciei e que mais marcaram a minha vida.
Gostei imenso
de ter tido a possibilidade de fazer parte de um projeto tão interessante,
motivador e de carácter inovador, para não falar do livro delicioso e emotivo
que foi escolhido para a execução das várias tarefas. Fez-me aprender a ver a
leitura de uma forma mais ampla e aperceber que esta também pode ser a junção
de outras ciências, levando-nos a ver para além dos limites do que fisicamente
observável.
Como
conclusão, devo afirmar que este projeto nasceu de uma ideia maravilhosa, com o
objetivo de incentivar os alunos a apreciar melhor tanto a arte da escrita e
leitura, como a das ciências. É acessível a todos, pois as experiências
executadas são muito simples e até podem ser feitas em casa. Quanto aos livros
escolhidos pelos criadores do projeto em si, são livros de uma fácil
acessibilidade também, o que faz com que a leitura se torne mais agradável para
o leitor.
domingo, 21 de abril de 2013
"A arte de calcular" na BE da DDJ
A 5ª sessão do Projeto Newton realizou-se,
como é prática habitual, na BE. O espaço estava decorado a preceito com as
pinturas dos animais referidos no livro, expostas no “estendal”, pintados pela
habilidosa AO Graça Moreira. A criação do ambiente propício à apresentação do
livro “200 Amigos (ou mais) para 1 vaca”, de Alessia Garilli e Miguel Tanco foi
ainda valorizado com a exibição de vários vegetais, vindos diretamente da terra
(com raízes e tudo!) e de um painel relativo à temática abordada.
A sessão iniciou com a leitura
expressiva do livro (efetuada pela profª bibliotecária) que conta a história da
vaca Carmen que vivia sozinha numa quinta e que graças ao plano do filho dos
donos da quinta conseguiu arranjar muitos amigos. Muitas foram as contas de
multiplicar e de dividir ao longo da história, que captou a atenção dos alunos
e provocou risos proporcionando boa disposição.
Estava dado o mote, para a parte
prática “A arte de calcular”, dinamizada pelas monitoras do Centro de Ciência
Viva de Sintra, em que os alunos divididos em cinco grupos tiveram que resolver
os enigmas: “A Herança dos Camelos”; “Oito Pães e Oito Moedas”; “As 3 irmãs e
as 90 Maçãs”; “Os Vasos de Vinho e os Três Sócios” e “O Quadrado Mágico”.
A cada grupo foi atribuído um dos
enigmas, que foram discutidos e resolvidos e, em seguida, trocados com outro
grupo. A atividade experimental gerou entusiasmo e cada grupo tentou resolver o
enigma de forma mais célere, para “ganhar” pontos e mostrar as suas aptidões a
nível de cálculo mental.
Foi com enorme prazer que vimos
os alunos motivados e entusiasmados embarcando na “arte de calcular”!
Profª bibliotecária
sexta-feira, 19 de abril de 2013
O Senhor Henri
ESCOLASECUNDÁRIA DE LEAL DA CÂMARA
A leitura desta obra insere-se no contexto da realização do Módulo IV - Nanomundo, do projeto Newton Gostava de Ler que teve lugar na biblioteca a 12 de março pelas 10 horas.
____________________________________
“Porque é fácil de ver: não são as
coisas que são temporárias, são os investigadores que são temporários.
Newton morreu,
como é sabido, mas as coisas que ele viu não. (E às coisas que ele viu, às suas
transformações, os vivos chamam agora outros nomes.)"
Gonçalo M. Tavares, Enciclopédia 1-2-3. Relógio D’Água. 2012
A partir da leitura deste
fragmento, poder-se-á inferir que o conhecimento é fruto da interação do
Sujeito sobre o Objeto, numa tentativa de o compreender e explicar. Esta
atitude de questionamento da realidade por parte dos investigadores reflete uma
maneira científica de pensar, que visa alcançar a ilusão da Verdade,
acrescentando, desenvolvendo, fazendo avançar o conhecimento na procura do
Novo.
Deste modo, a ciência
progride com a lucidez de que faz parte intrínseca da natureza do próprio
conhecimento questionar a ordem das coisas e, por isso, o cientista procura
permanentemente novas explicações, para responder aos novos desafios
resultantes do progresso da ciência. O conhecimento gera mudanças,
transformações que exigem criatividade e imaginação para fazer pensar em novas
hipóteses, que vão dar origem a novas teorias científicas e a novos
instrumentos necessários à apropriação dessa nova realidade.
Podemos, então, afirmar que o desejo de
conhecer e de explicar a realidade serve-se da linguagem para fazer avançar a
ciência, usando-a para alcançar a Verdade. Ao contrário do que se poderia supor,
a objetividade e o rigor exigidos pelo método científico pressupõem outras
características que se pensa serem exclusivas do mundo da cultura e das artes,
como a literatura. As fronteiras entre a ciência e a literatura parecem
esbater-se, uma vez que ambas recorrem à criatividade para gerar ideias novas e
criar algo novo.
O Senhor
Henri de Gonçalo M. Tavares é o exemplo de, como através da linguagem
(literatura), é possível abordar temas da ciência.
Neste livro, o segundo da coleção «O
Bairro», o leitor é confrontado com a ideia da temporalidade do saber, em busca
do verdadeiro conhecimento, guiado pelo Senhor Henri, o protagonista, que se
autocaracteriza como sendo «muito
cerebral», muito bem informado, detentor de um vasto conhecimento
enciclopédico, que partilha com todos os que o querem ouvir no estabelecimento
onde passa a maior parte do tempo.
Ao longo da leitura, através das várias
reflexões e associações que a personagem vai estabelecendo, é sugerida uma
maneira científica de pensar, usada pelo Senhor Henri para questionar a
essência das coisas e valorizar a dúvida na procura de explicações suscetíveis
de fazer avançar o conhecimento através da exploração de novos factos.
Considerando que a
aquisição do conhecimento dá que pensar, este personagem defende, assim, a existência
de «um sistema geral do pensamento» -
o absinto, a sua «teoria do mundo» – o
qual, a partir da vasta informação enciclopédica de que dispõe, o leva a
subverter os padrões instituídos e a criar uma «realidade melhor», com novos conceitos - bolsos de calças que estejam preparados para levar líquidos, por
exemplo.
O absinto
está para o Senhor Henri como a imaginação (a criatividade), o pensamento (a
razão) estão para o cientista: representa o estímulo, o incentivo que põe em
causa toda a erudição, o saber pré-concebido para estabelecer novas conexões,
criar novas teorias: «as pessoas que têm azar não deixam de ter sorte” ou
ainda “nos dias que correm aprende-se por todos os lados do corpo.»
Em síntese, podemos considerar que no
livro O Senhor Henri literatura e ciência confluem, esbatendo-se a antinomia
objetividade científica versus criação subjetiva, pois ambas valorizam a
criatividade como atitude que conduz à (des) ocultação do real:
"Muito deve a literatura
ao absinto,
Em qualidade, muito mais
Que ao tinto..."
Alexandre O´Neill
"Muito deve a literatura
ao absinto,
Em qualidade, muito mais
Que ao tinto..."
Alexandre O´Neill
professora Teresa Lucas
Publicado aqui.
sábado, 13 de abril de 2013
"Criar dunas" - Formação Módulo VI
No dia 8 deAbril realizou-se a 6ª sessão de formação do projeto, desta vez com a Geologia como pano de fundo. "Criar dunas", é o título deste módulo e as obras que lhe servem de suporte são o delicioso "Diógenes" de Pablo Albo, com ilustração de Pablo Auladell e "Pensageiro frequente", geniais contos e crónicas de Mia Couto.
Com ambientes cuidadosamente criados, a Marta proporcionou a todos mais uma experiência inesquecível. Dizia ela: "Se acharem que já chega, digam-me e eu paro." Quem poderia achar semelhante coisa?
Depois seguiu-se a parte científica da sessão. Com modelos de dunas construídos dentro de uma caixa, alguns participantes desempenharam o papel de vento e outros construiram dunas primárias e secundárias. Pudemos observar vários tipos de areia, perceber como se formam as dunas, o que as ameaça e mesmo que cada duna tem um som próprio!
Finalmente cada um tomou conta do seu saquinho de areia, para cumprir o desafio lançado pela Marta: devolver a areia à nossa duna favorita.
Finalmente, cada um partiu com o seu maxi-kit e já a fazer planos para as sessões nas escolas.
E o Newton aproxima-se do final... Já só falta uma sessão. O tempo tem este defeito: passa depressa demais!
Com ambientes cuidadosamente criados, a Marta proporcionou a todos mais uma experiência inesquecível. Dizia ela: "Se acharem que já chega, digam-me e eu paro." Quem poderia achar semelhante coisa?
Depois seguiu-se a parte científica da sessão. Com modelos de dunas construídos dentro de uma caixa, alguns participantes desempenharam o papel de vento e outros construiram dunas primárias e secundárias. Pudemos observar vários tipos de areia, perceber como se formam as dunas, o que as ameaça e mesmo que cada duna tem um som próprio!
Finalmente cada um tomou conta do seu saquinho de areia, para cumprir o desafio lançado pela Marta: devolver a areia à nossa duna favorita.
Finalmente, cada um partiu com o seu maxi-kit e já a fazer planos para as sessões nas escolas.
E o Newton aproxima-se do final... Já só falta uma sessão. O tempo tem este defeito: passa depressa demais!
Vídeos da sessão
Outros links com interesse
Subscrever:
Mensagens (Atom)




